A vice-governadora Jaqueline Moraes tem atuado junto com o governador Renato Casagrande no enfrentando à pandemia do novo coronavírus no Espírito Santo. Ela integra o grupo de representantes do Governo do Estado nos diversos setores que se reúnem na Sala de Situação, três vezes por semana, para avaliações e decisões com relação ao tema. “O Governador tem tomado decisões baseado na técnica, na ciência dos estudiosos, e eu tenho estado ao lado dele”, frisa Jaqueline.

Em entrevista ao PLANTÃO CAPIXABA, ela lembra também do S.O.S. Solidário, que coordena com a secretária estadual de Direitos Humanos, Nara Borgo. Por meio da iniciativa, o Governo do Estado tem conseguido mobilizar uma frente ampla de voluntariado: “O Espírito Santo tem um número grande de voluntários de empresas, pessoas comuns e entidades sociais, que confeccionaram máscaras, arrecadam cestas básicas e várias outras atividades para ajudar asilos, orfanatos, casas de recuperação, pessoas comuns e famílias em vulnerabilidade social”.

Indagada sobre os desafios e as dificuldades desse momento, Jaqueline avalia que, até março, o Governo do Estado estava muito acelerado com as obras estruturantes e houve, com os decretos de emergência e de calamidade pública, a necessidade de fazer cortes profundos na administração, colocando os servidores em home office, e as escolas suspenderam as aulas.

“Tudo é muito novo. Estamos mergulhados no ‘novo normal’. O maior desafio [no início] eu considero é não ter no País uma voz que determinasse as ações. Então tudo virou política. O uso de máscaras polarizou no campo da política, remédio A, remédio B. Cada governador teve que tomar suas decisões mediante suas experiências”, analisa Jaqueline, enaltecendo a postura equilibrada do governador Renato Casagrande frente à pandemia.

INQUÉRITOS SOROLÓGICOS E ESTRUTURA DO HOSPITAL

A vice-governadora lembra que o Espírito Santo foi um dos primeiros estados a fazer o inquérito sorológico, para nortear as ações locais no conhecimento e no enfrentamento da covid-19: “Inicialmente, nosso maior desafio era achatar a curva, ou seja, fazer com que o número de doentes coubesse na estrutura que o Estado tinha. Ao mesmo tempo, o Estado tinha uma estrutura precária, então precisávamos ampliar essa estrutura”.

Jaqueline recorda que o governo tomou decisões importantes, como não construir hospitais de campanha: “Fomos cobrados, fomos criticados, polarizou, fizeram carreata para ter hospital de campanha. E hoje o que nós vemos em outros estados: hospitais de campanha ser desmontados, servidores não receber pagamento, doentes sendo transferidos às pressas para não morrerem. E nós construímos uma média de três hospitais de campanha na nossa própria rede”.Ela acrescenta que os respiradores adquiridos pelo Governo do Espírito Santo chegaram, assim como equipamentos e EPIs para médicos, enfermeiros e outros servidores da saúde.

PAINEL COVID-19

Segundo o Painel Covid-19, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Espírito Santo já registrou 105.633 casos confirmados do novo coronavírus, com 3.015 mortes.

Os municípios com a maior incidência de contaminação são Vila Velha (15.203 infectados), Vitória (13.356 ocorrências), Serra (13.096 casos) e Cariacica (10.208 casos).

PLANTÃO CAPIXABA – A GENTE MOSTRA O ESPÍRITO SANTO! | REDAÇÃO MULTIMÍDIA

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